Bidê ou Balde em tour por Santa Catarina neste fim de semana

bide-ou-balde-3-credito-christian-jung

O grupo gaúcho Bidê ou Balde inicia na noite desta sexta-feira uma tour pela região norte de Santa Catarina e Vale do Itajaí, com três apresentações marcadas nas cidades de Porto Belo, Joinville e Blumenau.

Nesta sexta-feira, a primeira parada é no Vintage Rock Bar, em Perequê, na cidade de Porto Belo. A casa fica na Rua Dorvalino Voltolini nº 1000, e os ingressos antecipados estão à venda por R$ 30 antecipados, em Itapema na loja Bandalheira, shopping Russi e Russi, em Porto Belo no Posto Tio Hugo, em Balneário Camboriú na loja Túnel Do Rock, e em Tijucas na Barão Tattoo. On line os ingressos são encontrados no site Ingresso Nacional (https://www.ingressonacional.com.br/evento/4473/show-nacional-bide-ou-balde). Na hora as entradas custam R$ 40. A abertura fica por conta da banda Superchess.

Já em Joinville o show será neste sábado, no Bovary Snooker Bar, que fica na rua Visconde de Taunay, 168. Os ingressos custam R$ 30 para os homens e R$ 20 para as mulheres.

Fechando a tour em grande estilo, no domingo é a vez da cidade de Blumenau receber os gaúchos da Bidê ou Balde. O show desta vez será no Teatro Carlos Gomes (Rua XV de Novembro, 1181 – Centro), a partir das 20h, com abertura da banda blumenauense Clube dos Corações Partidos. Os ingressos estão à venda pelo site Blueticket a partir de R$ 33. Compras pelo link: ww.blueticket.com.br/13794/Bide-ou-Balde

Anúncios

14 discos catarinenses que marcaram o ano

O ano de 2014 está prestes a terminar e dele ficarão uma série de bons registros para os anais da música catarinense. O Válvula Rock listou 14 deles que seguem caminhos mais próximos do rock e suas vertentes, levando em consideração apenas álbuns tidos como completos. Foram deixados de lado os EP´s, que contam com menos faixas e são mais comuns na atualidade, em especial entre bandas que estão começando a construir uma carreira e identidade musical.

A lista também traz uma notável distribuição regional, indo do Oeste ao Litoral, do Norte ao Sul. Os álbuns não têm uma ordem classificatória, porque não foram usados critérios como notas ou pontuações para eles. Sentiu falta de algum disco? Deixe sua sugestão nos comentários! Boa viagem musical e até 2015!

arte_geral

Banda: Variantes
Disco: Tudo Acontece
Cidade:
Chapecó

Quatro anos depois do seu premiado segundo disco, ‘Com Prazer’, a Variantes sabia que tinha uma missão difícil ao preparar seu novo trabalho. Talvez por isso tenha demorado tanto tempo para pintar com algo novo de estúdio. O trio, que teve um quarto integrante incorporado depois da gravação de ‘Tudo Acontece’, não repetiu a categoria do álbum antecessor, mas também não decepcionou o seu público. A pegada sessentista, adicionada as boas levadas de folk e country rock, revela um apanhado de boas canções como a faixa título, “Vontade nos Dentes” e “Viver Como Um Guri”.

A produção no estúdio Mubemol, feita pela banda em parceria com Gilberto Ribeiro Júnior também ajudaram a reforçar a competência de uma das melhores bandas de rock´n roll do Estado. O disco foi gravado no Rio Grande do Sul, terra do selo que assina o lançamento do álbum, o 180.

A novidade para 2015 é que ‘Tudo Acontece’, distribuído gratuitamente na web neste ano, terá uma tiragem em CD e vinil. Os formatos físicos só foram possíveis graças a um projeto de financiamento coletivo, que arrecadou R$15 mil para custear as prensagens.

Escute e baixe: www.variantes.com.br

Variantes_TudoAcontece_Front

Banda: Gustavo Kay e Os Hóspedes do Chelsea
Disco:
Porres, Ressacas e Canções
Cidade:
Blumenau

Conhecido artista do underground catarinense, autor de uma série de hits alternativos a frente da banda Stuart, Gustavo Kaly encontrou em São Paulo uma sequência de parcerias musicais que lhes renderam maior notoriedade no meio independente brasileiro.

Neste período de morada na capital paulista, Kaly preparou um disco solo com um grupo seleto de convidados, o qual batizou de Hóspedes do Chelsea. Curiosamente um deles é Marco Brito, que em Santa Catarina encabeçava a finada banda Jeans. Brito tocou baixo, violão e guitarra em ‘Porres, Ressacas e Canções’.

Lançado em fevereiro deste ano, o álbum traz uma maioria de músicas inéditas e algumas que já haviam circulado por aí, emprestadas ao Wander Wildner ou por outro projeto capitaneado por Kaly, o URRA. “Boas Notícias” e “Os Últimos Românticos da Rua Augusta” ganharam até alguns ajustes nos arranjos, mas as letras continuam sendo o ponto forte de Kaly. Suas composições guardam boas sacadas, fazendo jus ao estilo ‘punk brega’. O pano de fundo quase sempre é o folk, embora alguns riffs e solos mais encarnados surjam aqui e acolá.

Entre as inéditas, o disco traz boas novidades como o single que virou clipe, “Reflexões de Uma Terça-Feira a Tarde” e “O Último Tango”, onde Kaly revela o tino apurado para canções de amor. O trabalho foi lançado pelo selo paulista Hearts Bleed Blue.

Escute e baixe: kalyeoshospedesdochelsea.bandcamp.com

kaly

Artista: Ruca
Disco:
Marte
Cidade:
Itajaí

Talentosa compositora itajaiense, a guitarrista e vocalista Ruca Souza se lançou neste ano em carreira solo. Ex-líder da banda Café Brasilis, Ruca estreou com o álbum Marte e mostrou ter acertado na sua decisão de partir para uma nova empreitada na cara e na coragem. Com patrocínio da Lei de Incentivo a Cultura de Itajaí e apoio do Válvula Rock Discos, o trabalho foi produzido por Alexandre Siquera e gravado no Play Records. O lançamento oficial ocorreu no Festival Válvula Rock, em novembro.

São oito faixas que mostram uma evolução nos timbres e composições de Ruca. Neste disco ela está acompanhada de Marcelo Maia (bateria) e Lenon César (baixo), que também passaram pela Café Brasilis, mas em períodos diferentes. Enquanto na sua ex-banda Ruca buscava sonoridades mais brasileiras, desta vez ela mostra desenvoltura com músicas genuinamente roqueiras, como na faixa título e em “Fora”. Outra porta aberta por Ruca leva a harmonias mais calmas e belas, como na ótima “Vento Branco” e em “O Passado”.

Escute e baixe: www.rucasouza.com

capa_cover_art_marte_ruca

Artista: Marzio Lenzi
Disco:
Second Blues
Cidade:
Lages

Que Marzio Lenzi é um dos guitarristas brasileiros de blues em destaque na atualidade, basta fazer uma pesquisa rápida na internet para saber. Referência em revistas e sites especializados no instrumento, o frontman da Lenzi Brothers rompeu um hiato de 10 anos desde o seu primeiro disco solo com ‘Second Blues’. O álbum foi gravado em um home estudio pelo próprio Marzio, que tocou todos os instrumentos.

Para dar o acabamento que o trabalho pedia, ele chamou alguns parceiros de peso, como Décio Caetano (guitarra), Joe Marhofer (voz e gaita), Ricardo Maca (guitarra) Andrey Garcia (piano e órgão) Gonzalo Araya (gaita) e Greg Wilson (voz). O resultado são 10 faixas do mais puro blues. Entre sete composições autorais e três releituras, fica até difícil indicar esta ou aquela música.

Escute: www.soundcloud.com/marziolenzi

marzio lenzi

Banda: Dazaranha
Disco:
Daza
Cidade:
Florianópolis

O Dazaranha é, há anos, um exemplo de carreira bem-sucedida entre as bandas catarinenses que investem no trabalho autoral. O grupo manezinho construiu ao longo de 20 anos uma identidade sonora e cultural e hoje conta com uma legião de fãs pelo Estado. Formado por uma verdadeira seleção de músicos da capital, o Dazaranha deu fim em 2014 ao jejum de 7 anos sem um disco novo de estúdio.

O quinto álbum da banda se chama ‘Daza’ e traz 11 faixas com o DNA do grupo. A produção ficou novamente nas mãos do renomado Carlos Trilha e o disco circula entre a levada reggae habitual e a proximidade com o pop de refrões radiofônicos, trazendo ainda pitadas de samba e MPB, sem perder a peculiaridade ilhéu que a voz de Gazu carrega.

Apesar de agradar aos fãs, ‘Daza’ foi envolto em uma polêmica. Cinco músicas do disco já haviam sido gravadas anteriormente, seja em carreiras solo dos integrantes, interpretadas por outros artistas ou como single do próprio Dazaranha. Este fato chamou a atenção do jornalista Daniel Silva, que postou no blog Rifferama uma resenha citando uma crise criativa do grupo. O texto de Silva reverberou em outros meios da capital e a banda chegou a se pronunciar oficialmente através de sua assessoria de imprensa, rebatendo as críticas.

Escute: www.dazaranha.com.br/2014/?album=daza

daza

Bandas: Somaa/Sylverdale
Disco:
Clube da Distorção e Quebradeira Vol. II
Cidade:
Joinville

Unir forças e contar com uma mão dos amigos foi a forma que as bandas Somaa e Sylverdale encontraram para viabilizar o disco “Clube da Distorção e Quebradeira Vol. II”. O split com 12 músicas, seis de cada grupo, promove uma divulgação maior a ambos. Eles arrecadaram através de um financiamento coletivo recursos para transformarem o projeto em um material palpável: um CD físico.

A iniciativa deu certo e as 12 faixas gravadas em Joinville soam até certo ponto homogêneas. Não dá pra dizer que Somaa e Sylverdale bebem de fontes diferentes, mas cada qual tem sua peculiaridade. A Somaa, encarregada das seis primeiras faixas, projeta melodias bem construídas sob as letras refectivas de Rafael Zimath. O trio segue uma métrica calculista nos arranjos, com várias passagens, riffs pesados, solos e oscilações entre barulho e calmaria.

Já a Sylverdale entrega de cara a sua afeição ao grunge e o rock alternativo dos anos 90. A tática de som limpo/distorção também está no seu cardápio. Ao contrário da Somaa, a Sylverdale escreve a maioria de suas canções em inglês, com Hesséx Cognato cantando com rouquidão enquanto as guitarras estouram ao fundo, remetendo a camisas de flanela em um porão qualquer. Sem faltar, ao fim, a melancolia de violão e vocal arrastado em “Before It Was Dark”.

Como curiosidade do disco, cada banda gravou uma composição da outra. Foi assim que “Go Ahead”, da Sylverdale, virou “Vá” nas mãos da Somaa. Enquanto “Três”, da Somaa, foi regravada pela Sylverdale, com a adição de teclados.

bandas_jvlle

Banda: Skrotes
Disco:
Nessun Dorma
Cidade:
Florianópolis

Descrever o som do Skrotes é, ao mesmo tempo, a tarefa mais simples e complicada desta lista. Imagine um trio de música instrumental, formado por bateria, baixo e teclados/synths, com uma centena de referências e um ouvido apurado para transitar entre inúmeras delas em uma única faixa. Os manezinhos do Skrotes fazem essa miscelânea e nada escapa do segundo disco deles, ‘Nessun Dorma’, que abriu 2014 na música catarinense.

Jazz, rock, ska, eletrônico, metal, punk, ritmos brasileiros. As impressionantes apresentações ao vivo foram levadas para uma viagem sonora de paisagens e texturas lisérgicas dentro do estúdio. Não à toa os Skrotes têm circulado por grandes festivais independentes do Brasil, aproveitando um caminho aberto na última década por grupos instrumentais brasileiros. Assim como outros indicados desta lista, o álbum também contou com um empurrãozinho via financiamento coletivo para engrenar.

Escute: www.soundcloud.com/skrotes

skrotesBanda: John Filme
Disco:
Jaromtom
Cidade:
Chapecó

Sem abusar dos trocadilhos, o som da John Filme se encaixaria perfeitamente na trilha sonora de um longa-metragem de ação, rodado na década de 70, com muitas cenas de perseguição e tiroteios. Fazendo rock instrumental com “sangue nos olhos” e distorções sujas, a banda divulgou na internet seu primeiro disco, batizado de Jaromtom.

A dupla formada por Akira Fukai (guitarra) e Fernando Paludo (bateria) não tem piedade de seus instrumentos em boa parte do álbum, fazendo de cada tema uma viagem sonora com espírito garageiro, suprindo com solos, riffs e pratos a ausência da voz. Nas gravações é audível a presença de um baixo, que ao vivo é incorporado quando Wagner Lagemann se junta a banda.

Escute: www.soundcloud.com/john-filme

john-filme

Banda: Cassim&Barbária
Disco:
Cassim&Barbária III
Cidade:
Florianópolis

Cada vez que o quarteto Cassim & Barbária dá o ar da graça, uma catarse musical é esperada. Com uma linha de frente tarimbada na cena musical do Sul do país, a banda é formada por três guitarristas: Cassiano Fagundes, Eduardo Xuxú e Gabriel Orlandi. Depois de uma pausa nas atividades, o grupo contou com a adesão recente do baterista Manolo K.

Para conceber seu terceiro trabalho de estúdio, a Cassim & Barbária teve o apoio do Prêmio Elisabete Anderle de Incentivo à Cultura do Governo do Estado e deixou para o último mês de 2014 o lançamento. O CD físico está sendo distribuído pelo selo goiano Monstro Discos.

Sempre primando pelos detalhes, muitos efeitos e melodias que ressoam em uma, duas ou três vozes, a Cassim & Barbária conseguiu de alguma forma soar diferente, de novo. Quem esperava doses fortes do noise promovido em discos anteriores e shows, se deparou com a primeira metade de ‘III’ marcado por faixas mais tranquilas e até inclinadas ao pop.

Com violões e dedilhados, algumas canções levam o ouvinte a uma manhã melancólica de domingo, como em “Dying” e “Cânion”, esta última cantada em português. A incursão na barulheira peculiar e confusa do quarteto fica reservada em “Laguna Schmoll” e “Esgar”. O tom denso e mítico da Cassim & Barbária ainda ressurge em “Bargled”, penúltima canção de ‘III’.

Escute: www.soundcloud.com/cassimf/sets/cassim-barbaria-iii-2014

cassim_e_barbaria

Banda: Clube dos Corações Partidos
Disco:
Manual Prático do Esquecimento
Cidade:
Blumenau

O que esperar de um disco chamado ‘Manual Prático do Esquecimento’ de uma banda que se autodenomina Clube dos Corações Partidos? Uma dor de cotovelo enorme nas letras. É mais ou menos isso que acontece, mas de maneira poética e simpática, que casa muito bem com a proposta folk rock da banda blumenauense. Formada por nomes experientes da cena local, o Clube tem um som definido do início ao fim das 10 faixas.

O disco, gravado com a ajuda de um projeto de financiamento coletivo, poderia até soar monótono, mas o violão de Léo Laps ganha o acompanhamento preciso das guitarras de Sid Giacomozzi, e a cozinha bem armada entre Rafael Marcos Bernardes (bateria) e Bruno Lobe (baixo) também não deixa a peteca cair.

São várias as referências de indie rock e música pop colhidas ao longo do ‘Manual’, de Oasis a Legião Urbana, de Beatles a Pavement. Algumas faixas foram reaproveitadas do primeiro EP do grupo, de 2012, como a ótima ‘Amor Coletivo’. Entre as inéditas, “Sempre Amor” conta com a participação do vocalista da banda gaúcha Bidê Ou Balde, Carlinhos Carneiro.

Escute: www.soundcloud.com/clubedoscoracoespartidos/sets/manual-pr-tico-do-esquecimento
Baixe: www.clubedoscoracoespartidos.com.br

clube

Banda: Os Depira
Disco:
Cada Qual Com Seu Vício
Cidade:
Joinville

O rock´n roll clássico habita cada acorde executado no disco “Cada Qual Com Seu Vício”, segundo trabalho de estúdio da banda Os Depira. Embriagado de influências dos anos 60 e 70, o grupo esteve entre 2013 e 2014 em Curitiba, onde gravou 12 faixas no Nico’s Studio. O projeto foi financiado pelo Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura (SIMDEC) da Prefeitura de Joinville.

Com 15 anos de história, a banda teve origem no Distrito de Pirabeiraba e é uma das mais expressivas da cena joinvilense. O entrosamento de anos de palco e o instinto de frontman do vocalista Nuno Albrecht jogam a favor do quarteto, tanto que as bases foram gravadas ao vivo no estúdio. Mais do que fazer o feijão com arroz do rock´n roll, o grupo acertou em cheio na inclusão do teclado de Jacson Araújo e no trio de metais em algumas faixas, como em “Nada Sobrou” e “Lembranças de Um Domingo a Tarde”.

Escute: https://soundcloud.com/osdepira/sets/cada-qual-com-seu-vicio

os_depira

Banda: Etílicos e Sedentos
Disco:
V.3
Cidade:
Brusque

Gravado no estúdio Pimenta do Reino, em Florianópolis, com a produção competente de Márcio Pimenta, ‘V.3′ marca a estreia de Egon Formonte nas guitarras da banda. Ex-integrante da Rocket Thieves, Egon acresceu peso e bons riffs a algumas faixas do álbum, como no primeiro single “O Que Dizer?”. Resistente no fronte roqueiro de Brusque há anos, a Etílicos e Sedentos mantém a postura questionadora e crítica nas suas composições deste terceiro disco, talvez por isso algumas músicas lembrem nomes fortes do rock nacional de décadas passadas.

Algumas curiosidades marcam o ‘V.3’, como a participação do vocalista do Dazaranha, Gazu, na música de abertura “Ponto Final”. A faixa “Vício”, é uma regravação da composição da banda Pulsação, enquanto “Velhos Cantando Atrasado”, é originalmente da banda Bandeira Federal. Ambos os artistas homenageados são de Brusque, valorizando a cultura do rock local.

Escute: www.youtube.com/etilicosesedentos

etilicos

Banda: Vermelio
Disco:
O Lago da Inspiração
Cidade:
Tubarão

Com nomes conhecidos da cena musical do Sul do Estado, a Vermelio tinha tudo para ser uma inundação de barulho aos ouvidos. Formada por integrantes que trazem no currículo bandas de hardcore e nu metal, a nova aposta musical de André Bresiani (guitarra e voz), Henrique C. Corrêa (baixo) e Leandro Silveira (bateria) não carrega peso nenhum. Pelo contrário, o grupo investe em muito groove e soul e a distorção fica restrita a um ou outro solo, revelando uma veia forte de pop adocicado.

O disco de estreia rendeu à banda o título de revelação da música catarinense em 2014. O Vermelio foi o vencedor do Prêmio da Música Catarinense, passando pela votação popular e também o crivo de um jurado especializado. Mais que o reconhecimento, o trio ganhou instrumentos e um backline completo dos patrocinadores do Prêmio.

Escute: www.soundcloud.com/vermeliooficial/sets/o-lago-da-inspiracao

vermelio

Banda: Miopia
Disco:
Maniacópolis
Cidade:
Joinville

Groove não falta ao disco de estreia da banda Miopia. Desde 2005 na ativa, o grupo começou a produzir ‘Maniacópolis’ em 2012 e contou com o apoio do Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura (SIMDEC) da Prefeitura de Joinville para finalizar o projeto neste ano. Inspirados no funk da década de 70, o trio circula ainda por linhas de rock e reggae, explorando bem o baixo pulsante. As letras demonstram um humor ácido, repleto de críticas a sociedade. ‘Maniacópolis’ é uma cidade imaginária, onde o caráter e as características físicas de seus habitantes são postos a prova ao longo das 13 faixas.

Escute: www.soundcloud.com/bandamiopia/sets/maniacopolis

miopia-capa-Maniacópolis